programação
Grade de programação da 2ª edição do Festival no Brasil (2020)
ONLINE E GRATUITA

10 a 24/08

mostras

10/08

segunda-feira

14H

mostras

11 e 12/08

terça e

quarta-feira

15H

MINICURSO

13/08

quINta-feira

19H

PALESTRA DE ABERTURA

14/08

sexta-feira

10H

PALESTRA

15/08

sábado

15H

mesa

18/08

terça-feira

17H

perguntas e respostas

19/08

quarta-feira

10H

mesa

20/08

quinta-feira

19H

PALESTRA

21/08

sexta-feira

17H

perguntas e respostas

22/08

sábado

15H

mesa de encerramento

Mostras A, B, Desafio da Quarentena e Infantojuvenil

Mostras disponíveis nos nossos sites online das 34 videodanças selecionadas para esta 2ª edição brasileira do Festival Sans Souci.

Mostra e Oficina Infantojuvenil pelo Facebook Watch Party

Rosely Conz

Durante a exibição Infantojuvenil pelo Facebook, teremos atividades guiadas relacionadas aos videodanças, possibilitando uma mostra interativa, dinâmica e educativa para esse público.

Do Estúdio para a Tela: o Básico para Obter Boas Filmagens de Dança

Inscrições encerradas

Ana Baer e Michelle Bernier

As co-diretoras artísticas do Sans Souci, Ana Baer e Michelle Bernier, irão apresentar fundamentos sobre como visualizar dança com uma câmera. Participantes com pouca ou nenhuma experiência em videodança poderão aprender mais sobre como gravar seus próprios filmes ou trabalhar com dançarinos criando projetos baseados em vídeo.

palestra de abertura

Cara Hagan

Uma breve fala de abertura da equipe do Sans Souci Brasil, seguida de uma palestra abordando temas do festival pela cineasta, acadêmica e ativista Cara Hagan.

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Videodança: leituras possíveis

Leonel Brum

Como pensar um conceito para videodança com tanta diversidade de criação?
A proposta é lançar mão de leituras possíveis e tentar entender algumas obras no contexto das produções que articulam dança ao audiovisual.

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Abordagens em Videodança: da Criação à Submissão

Ana Baer, Heike Salzer e Rodrigo Rocha-Campos - Mediação de Michelle Bernier

Um painel de artistas do Sans Souci discute aspectos do processo de criação de videodanças do começo ao fim, incluindo a colaboração com artistas de diferentes áreas, ou uso de som e efeitos visuais. passando pela criação de narrativas e seleção de locações.

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Artistas da Edição - mostra a

Beatrice Martins e Cícero Fraga (EXUFRIDA), Diogo Angeli (Corra e Sandbox), Daniel Santos e Welket Bungué (Intervenção Jah), Felipe Teixeira (Meltdown e  o s t r o s s a u r o)  - Mediação de Julia Ziviani

Artistas da Mostra A falarão um pouco mais sobre seus filmes e responderão à dúvidas dos participantes sobre processos de criação, técnicas e referências, dentre outros temas.

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Escritas do Corpo na Videodança

Andrea Maciel e Beatriz Cerbino - Mediação de Juliana Moraes

Numa  escrita do e no corpo em um espaço tridimensional podemos criar uma dramaturgia para a cena. Na videodança pressupõe-se que a câmera, a dança, e depois a edição, interajam para o produto final. Então, será que pode-se considerar que a videodança, como meio e produto artístico, constrói uma identidade própria?

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O corpo a serviço da subjetividade - Vamos falar sobre dança(s) negra(s)

Rui Moreira

As danças negras são produto de todo artista que possua um vínculo de descendência com a África e que se inspire, seja materialmente, seja espiritualmente, no continente africano. Elas não são produzidas apenas por negros ou para os negros!

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Artistas da Edição - mostra b

Bárbara Cunha e Mary Gatis (RUA), Loretta Pelosi (Dolores), Pedro Krull (Lugar Comum), Tainá Pompêo (ASTIGMA) - Mediação de Osmar Zampieri

Artistas da Mostra B falarão um pouco mais sobre seus filmes e responderão à dúvidas dos participantes sobre processos de criação, técnicas e referências, dentre outros temas.

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Cinestesia e Videodança

Karina Almeida e Lilian Graça - Mediação de Julia Ziviani

Para um artista da dança a percepção cinestésica  é um referencial importante para realização de gestos e movimentos. É possível que a videodança possa potencializar reações cinestésicas no corpo do espectador? Estas reações, captadas a partir do sistema ocular, são interdependentes com os outros sentidos do corpo (sinestesia)?

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atividades dos dias 11, 12, 13 e 15 realizadas em inglês, com tradução simultânea para o português

conheça nossos convidados!

Osmar Zampieri Começou sua atuação como bailarino profissional em 1989, na Cia. Cisne Negro, em SP. Integrou também a Cia. de Dança do Palácio das Artes (MG), Ballet Stagium (SP) e o Balé da Cidade de São Paulo (SP). Em 2001, foi morar em Paris (França), onde fez estágios de danças contemporâneas e atuou como bailarino do StaatsTheater de Kassel (Alemanha). Em 2003, inicia sua pesquisa com a linguagem do vídeo, procurando borrar as noções de registro e de criação investindo na busca de fluxos dos acontecimentos, friccionando imagem e materialização, “realidade” e ficção. Desde 2008, é co-diretor do Grupo Grua. Seus filmes estiveram em vários festivais e mostra entre elas: ‘Dança em Foco’, Mostra Sesc Cariri de Culturas, Juazeiro do Norte e Crato (CE), Centre Pompidou, Paris (FR), dentro NOUVEAU FESTIVAL DE VIDÉODANSE, no Festival Internacional de Vídeo AGITE e SIRVA na Cidade do México (MEX). Em 2019, seus filmes foram exibidos no Rollout Dance Film Festival/Macau-China; no SansSouci Festival of Dance Cinema (Edição Brasil) e na mostra de vídeo-dança da 11a Bienal Sesc de Dança de Campinas.

Juliana Moraes Professora do Departamento de Artes Corporais da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Doutora em Artes e Bacharel em Dança pela UNICAMP. Possui especialização e mestrado pelo Trinity Laban Conservatoire for Movement and Dance, Londres, revalidado pela ECA-USP. De 2005 a 2018, foi professora de performance no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. De 2010 a 2018, trabalhou nos meses de janeiro como professora convidada da Accademia Teatro Dimitri, em Verscio, na Suíça italiana. Conhece em profundidade o Sistema Laban. Estuda balé clássico, com enfoque somático, com a professora Zélia Monteiro, em São Paulo, desde 2002. Ganhou prêmios importantes como o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), a Bolsa Vitae de Artes, o Rumos Itaú de Obras Coreográficas o Cultura Inglesa Festival. Fundou a Companhia Perdida em 2008 e a dirigiu até sua dissolução em 2014. Em 2013, lançou o livro Dança, Frente e Verso, pela editora nVersos. Em 2015, retomou a carreira solo com a peça Desmonte, e, em 2016, estreou o solo Eu Elas. Frequentemente se engaja em projetos colaborativos com músicos, atores e performers, criando espetáculos, site specifics, instalações coreográficas, improvisações cênicas e performances. Entre 2019 e 2021, Juliana é responsável por criar e dirigir o Núcleo de Práticas Experimentais em Coreografia (NPEC) do Departamento de Artes Corporais da UNICAMP, financiado pela FAPESP (Fundação para o Desenvolvimento da Pesquisa no Estado de São Paulo)

Lilian Graça É coreógrafa, dançarina, professora de dança e videasta. Nascida em Salvador,  possui graduação em dança e especialização em coreografia pela Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia, mestrado (Diplomarbeit) em coreografia pela Escola Superior de Artes Teatrais Ernst Busch  em Berlim, onde viveu e trabalhou como coreógrafa e professora de dança e pilates por 18 anos. 

Em 2019 torna-se doutora em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA com a pesquisa: “A percepção cinestésica na videodança: reverberações empáticas entre corpos de carne e da tela”, em que investiga como a videodança pode ser potencializadora de ações e movimentos corporais em seus espectadores, em uma articulação teórico- prática, envolvendo também a criação de 13 videodanças. Como artista-pesquisadora tem-se ocupado, nos últimos anos, portanto, em correlacionar  processos de criação, empatia estética, percepção, cognição e imersão na videodança, experimentando metodologias criativas, realizando obras, ministrando oficinas, cursos e palestras na área. Desde 2011 tem participado com diferentes obras em festivais internacionais de videodança como o FIVA Almagro, Pool Tanzfilm Festival-Alemanha, Dance Film Festival de Bruxelas, InShadow-Portugal, Cuerpo digital-Bolivia,  The Outlet Dance Project-USA, Danzattack-Ilhas Canárias, ScreenDance Festival–Estocolmo, Videomovimiento-Colômbia, e nacionais como Dança em Foco-RJ, Mostra Cultdance-Brasilia, Mostra Internacional de Videodança de São Carlos, D`Olhar Festival Itinerante de Dança e vídeo-Goiânia,  neste último ganhou, em 2017, menção honrosa com a videodança  “Trilhos e Estações: uma viagem dançada da Calçada a Paripe”. 

Beatriz Cerbino É professora-pesquisadora da Universidade Federal Fluminense, no curso de graduação de Produção Cultural e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes/ PPGCA, onde desenvolve pesquisa nas áreas de dança, imagem em movimento, autoria e história da dança. Autora de livros e textos em dança, videodanca, história e crítica da dança, é conferencista em eventos e instituições do país e exterior. É pesquisadora do Instituto Nacional de Tecnologia - INCT Proprietas, e colaboradora da REDIV – Rede Ibero- americana de Videodança. 

 

Leonel Brum É um dos diretores fundadores e curadores do dança em foco. É doutor em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Realizou pesquisa pós-doutoral pela Universidade de Lisboa – Ulisboa (2017-2018). É professor e coordenador dos cursos de dança do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará - ICA/UFC e coordenador do Midiadança: laboratório de dança e multimídia. Também atua como coordenador da equipe brasileira do projeto TEPe: Technologically Expanded Performance (2018-2020), uma parceria entre a UFC (apoio Funcap) e Ulisboa (apoio FCT) representada pelo prof. Dr. Daniel Tércio, em Portugal. É membro do Conselho Consultivo da Rede Ibero-americana de Videodança. Foi coordenador de dança da Fundação Nacional de Artes (Funarte) do Ministério da Cultura. Atuou também como bailarino, coreógrafo e ator profissional. Tem livros e artigos publicados sobre dança, videodança, história da dança e produção cultural. 

Andrea Maciel Atua há mais de 30 anos em cultura e educação e acredita na importância da arte como um veículo de transformação capaz de produzir memória cultural. Coreógrafa, bailarina, fundadora e diretora da AMCD Cia. de Dança, Rio de Janeiro (1995-2009) é conhecida por suas obras transdisciplinares destacando-se por suas criações em videodança. Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008-2014) criou o projeto Cia. Universo Paralelo reunindo alunos das faculdades de dança, artes, música e comunicação. Atualmente vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Zurique como artista autônoma e professora de ballet, dinâmica muscular e dança contemporânea. Dedica-se a pesquisas sobre filosofia e espiritualidade e ao seu novo projeto de criação intitulado “Coração na mão”. O trabalho celebra a vida e a liberdade e traz reflexões sobre a necessidade de evolução do ser humano, fazendo uma crítica ao egoísmo e a normatização da violência em suas diversas formas de manifestação.

www.andreamaciel.net


Rui Moreira É bailarino, coreógrafo e investigador de culturas, atuante na dança por mais de três décadas. Foi intérprete criativo nas companhias: Cisne Negro, Balé da Cidade de São Paulo, Grupo Corpo, Será-Quê? e Azanie (França). Sua formação em dança mescla as práticas: do ballet clássico, de danças modernas, de danças populares e de danças africanas da contemporaneidade. Coreografou para diversos elencos de companhias de dança, de grupos teatrais, de cinema e de manifestações populares. Ministrou aulas nos cursos de pós graduação da Universidade de Macaé (RJ) – Corporeidades Negras e da PUC Minas Gerais (BH) - Performance e ritual. Sua atuação artística foi reconhecida e premiada pela crítica especializada através dos prêmios, APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte e pela Medalha da Inconfidência concedida pelo governo de Minas Gerais, pela profícua atuação artística e social em todo território nacional e nos países onde levou os valores da cultura do Brasil. Atualmente dedica se à Rui Moreira Cia. de Danças e está graduando na licenciatura em dança pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
 

Karina Almeida É bailarina, coreógrafa, preparadora corporal e professora de dança contemporânea, interessada em processos colaborativos de criação. Bacharel e Licenciada em Dança, Mestra e Doutora em Artes da Cena pela Unicamp. Em seu mestrado, participou da residência artística “Narrativa e poéticas no processo de criação de dança para a tela”, na The Place - London Contemporary Dance School, em Londres. Desenvolveu parte de sua pesquisa de doutorado em Nova York (EUA), na Barnard College Department of Dance, Columbia University, sob orientação da Profa. Dra. Lynn Garafola. Em sua trajetória como bailarina, destacam-se os projetos que foram desenvolvidos com a Companhia Terraço Teatro, de 2005 a 2010, com a Seis + 1 cia. de dança, de 2007 a 2017 e com o Núcleo de Dança REDES, de 2016 a 2018. Foi professora convidada (agosto a dezembro de 2016) e professora especialista visitante (de agosto a dezembro de 2017) no Curso de Graduação em Dança da Unicamp. Professora de expressão corporal e dança contemporânea na rede privada de ensino nas áreas de Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II (2006 a 2013). Professora de dança contemporânea em estúdios e escolas livres de dança desde 2006. Atualmente é coordenadora do curso de pós-graduação lato sensu em Corpo: Dança, Teatro e Performance e professora parcial de Estudo e Prática Corporal na Escola Superior de Artes Célia Helena. Pós-doutoranda na Escola de Comunicações e Artes da USP, com o projeto “Por uma lógica do corpo: cinestesia e coreografia na criação em videodança”, sob supervisão da Profa. Dra. Sayonara Pereira.

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