mostra I

As videodanças trazem na dramaturgia do corpo e da câmera artistas  brasileiros e de diversos países  que se conectam com o Brasil de diferentes formas e retratam  a potência da diversidade brasileira. As videodanças fazem parte da 3a edição do Festival Internacional de Videodança Sans Souci Brasil.

TROPEIRO, 2021, São PAULO/SP, 8 min
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Direção: Mônica Augusto
Produção: Cia. Dual
Concepção: Ivan Bernardelli
Bailarino: Ivan Bernardelli
Captação: Mônica Augusto
Edição: Ivan Bernardelli
Viola caipira: Domingos de Salvi
Composição musical e trilha Sonora: Domingos de Salvi

 Baseado nas danças ao redor da cultura caipira e tropeira do Brasil, TROPEIRO visita as memórias dos tropeiros nômades que, após longas jornadas, em suas pausas, dançavam. Propõe olhar um momento em que o peão dança, à luz do fogo, desafiando-se a si mesmo. Uma dança que é descanso e pulsão. Diversão, desafio, encanto e reconexão com o corpo, que é memória e casa em trânsito.

INCOMPLETUDE, 2022, São paulo/sp, 1 min
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Direção: Ana Noemi Higa
Orientação: Isis Gasparini
Coreografia e atuação: Isis Gasparini
Câmera: Camila Barcelos, Ian Leite e Luiza de Castro
Edição: Ana Noemi Higa
Direção de Fotografia: Ana Noemi Higa

Há um espaço dentro de nós que raramente visitamos. Um lugar onde o tempo corre diferente, que é só sentimento, o som é abafado e as palavras não são capazes de expressar esses pensamentos. São recortes de nós mesmos que moldam nossas ações e decisões.

PARA TIRAR VOCÊ DA CHUVA, 2022, JUIZ DE FORA/MG, 13 min
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Direção: Mayara Helena Alvim
Concepção: Felipe Moratori
Produção: Bruno Psi
Direção coreográfica: Cecília Cherem
Direção de arte: Ana Paula Romero
Intérpretes: Bruno Psi, Cecília Cherem, Felipe Moratori, Mayara Alvim
Trilha original: Nathan Itaborahy
Produção de som: André MedeirosPost
Edição: Eduardo Malvacini e Mayara Alvim
Direção de fotografia: Rafaella Pereira - Cabeça de Vento Filmes
 

Em um pequeno barco, isolado num mar de montanhas, três pessoas são chamadas, através das águas por uma força misteriosa, para dançar com suas memórias.

a Besta Natureza do Ser, 2021,  SÃO PAULO/SP, 11 min
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Direção: Laboratório Siameses
Direção de produção: Alessandra Herszkowicz
Produção Executiva: Tono Guimarães
Assistente de produção: Fernando Araújo
Roteiro: Elzemann Neves
Pesquisa e concepção: Tono Guimarães
Intérprete: Mauricio de Oliveira
Trilha: MuepEtmo
Câmera e captação de imagem holografia: João Caldas
Direção de fotografia : Isadora Brant e Murilo Salazar

No labirinto do cotidiano, tudo parece operar para nos manter sobre controle. Como se vestir, como se portar, em quais espaços posso ou não ocupar: é um controle sistêmico sobre o que posso ser dentro de uma cidade imaginária, que vive de suas ilusões de cosmopolitismo. "Da besta natureza do ser" é um desvario por memórias, ilusões, personas que deslizam pela experiência autobiográfica do bailarino/coreógrafo Maurício de Oliveira. 

O filme “A besta natureza do ser” é a última criação do projeto “Afrosurto”, que busca no cruzamento da dança com outras linguagens artísticas compreender o corpo negro, político e ancestral, como ponto de partida para se compreender as possibilidades de futuro que podemos construir.

Ensaio para o início do fim, 2021, SÃO JOSÉ DO RIO PARDO/SP, 3 min
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Direção: Aline Cappellari e Jessyca Ferrari
Produção: Raquel Pereira
Concepção, criação e dança: Raquel Pereira
Concepção e provocações: Larissa Bonfim
Trilha sonora original: Hevisley Ferreira
Edição: Jessyca Ferrari
Fotografia: Aline Cappellari

Em ruínas

Confinada e sem ar

Nas ruas um mundo que não pode parar convidado a despertar da sua contagem progressiva, reta, ascendente.

Abstração civilizatória, predatória, continua, insiste no seu amanhã sem horizonte.

É preciso o fim. Para um outro início.

Uma dança.

Uma janela.

NÃO HÁ NADA AQUI, 2021, Salvador/BA, 15 min
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Concepção e Direção Artistica: Loretta Pelosi
Assistente de Direção: Vinícius Francès
Produção: Meniky Marla e Loretta Pelosi
Assistente de Produção: Vick Nefertiti
Performance: Loretta Pelosi
Trilha Sonora: Vinicius Francès
Edição e Finalização de Cor: Matheus Pirajä
Assistente de palco e apoio: Jônatas Raine e Eduardo Constantini
Direção de Fotografia: Victor Marinho

"Não há nada aqui" traz o território do não lugar, o retrato de um mergulho pelo espaço dos sonhos, movediço e nômade. Uma homenagem ao arquivo emocional de memórias e sentidos vividos ou inventados, firmando uma relação que se fortalece para além das fronteiras físicas. Um desejo de pertencimento que se agrega ao ambiente físico para além de suas delimitações concretas, pautado na busca pelas relações humanas, pelas próximas memórias que virão. Um agora que já foi sem nunca existir.

 Fôlego, 2018, CAMPINAS/SP, 5 min
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Direção: Diogo Angeli
Produção: Cia Eclipse Cultura e Arte
Interpretes Criadores: Wagner Silva e Hiago Ramos
Música: Ave Maria de Carlos Gomes com interpretação de Ruth Staerke
Captação de Imagens: Jurssa Santos
Edição: Diogo Angeli
Apoio Técnico: Ana Cristina Ribeiro
Fotografia: Diogo Angeli e Jurssa Santos
Apoio Cultural:
Sala dos Toninhos
Secretaria Municipal de Cultura de Campinas
Prefeitura Municipal de Campinas


Fôlego é uma videodança do Projeto Côncavo e Convexo que homenageia a vida e obra do Maestro Carlos Gomes refletindo sobre as questões do corpo negro e o paradoxo clássico-popular. O trabalho propõe uma reflexão sobre o corpo negro, a escravidão e a violência vivenciada por estes corpos desde o período colonial brasileiro, com recortes históricos sobre a cidade de Campinas/SP.